São objectivos desta sessão:
• Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
• Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.
Por dificuldade em cumprir atempadamente a tarefa 3; por manifesta dificuldade em cumprir fora de tempo a tarefa 3; por enorme dificuldade em cumprir para além da data razoável a tarefa 3, acabei por colocar apenas agora, uma pequena reflexão, por não querer deixar este espaço em branco.
2.1. Escolha do domínio
No contexto de cada escola/agrupamento, tal deverá sempre resultar dos projectos em curso; do diagnóstico feito; do entendimento que se crie em torno da pertinência de incidir num aspecto mais fraco para o melhorar ou incidir num mais forte para avaliar a sua eficácia; avaliar a evolução de um domínio já anteriormente avaliado (experimental nos dois anos lectivos anteriores) ou, em estreita articulação, dar continuidade ao avaliado no ano lectivo anterior.
2.2. Intervenientes
Os intervenientes neste Plano serão liderados pelo professor bibliotecário, que conta com a equipa da BE, coadjuvado pelo director. Deverão também ser integrados os coordenadores de departamento, os directores de turma, o coordenador dos projectos da escola/agrupamento, os docentes e alunos da escola (de acordo com a amostra definida), o coordenador pedagógico do CNO (se o agrupamento dispõe desta oferta educativa), os assistentes operacionais e os encarregados de educação.
2.3. Calendarização
A Calendarização do Plano de Auto-avaliação da BE será proposta e aprovada em conselho pedagógico sempre em estreita colaboração com o Director prevendo-se a articulação necessária com o processo de avaliação interna e/ou externa da escola/agrupamento.
2.4. Recolha e tratamento de dados
De natureza qualitativa e quantitativa, a recolha e tratamento de dados e todos os procedimentos que a ela concernem, decorrerão de acordo com as orientações aprovadas em conselho pedagógico e redigidas num documento especifico (definição da amostra – proposta RBE - , selecção dos inquiridos, natureza dos dados, aplicação dos questionários e grelhas de observação: um considerável conjunto de evidências deverá ser recolhido entre Setembro e Maio, enquanto outros, como os questionários, poderão ser aplicados em Abril/Maio). Utilizando uma grande diversidade de instrumentos, sublinhe-se que os questionários e grelhas de observação seguem as orientações definidas pela RBE.
2.5. Análise dos dados
Esta será da responsabilidade do professor bibliotecário e respectiva equipa, coadjuvado pelo coordenador do PTE. Partindo dos factores críticos de sucesso enunciados no indicador, produzir-se-á um registo avaliativo que permita medir o nível de desempenho da BE e implementar as necessárias acções de melhoria.
2.6. Elaboração do Relatório de Auto-avaliação e comunicação dos resultados
O relatório final, da responsabilidade da equipa, será elaborado de acordo com as orientações da RBE, com diferentes secções (Secção A - elementos relativos ao domínio avaliado; Secção B – elementos relativos ao trabalho desenvolvido nos restantes domínios; Secção C – síntese referente à avaliação nos quatro domínios) e porque a comunicação dos resultados é uma etapa essencial, os aspectos positivos e os menos conseguidos devem ser partilhados de forma a envolver o contributo de cada um na melhoria que se deseja. A síntese dos resultados deve ser comunicada ao conselho geral, director, conselho pedagógico mas também aos departamentos curriculares e outras estruturas educativas e de supervisão pedagógica.
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