«... se a biblioteca é, como pretende Borges, um modelo do Universo,tentemos transformá-la num universo à medida do homem e, volto a recordar, à medida do homem quer também dizer alegre, com a
possibilidade de se tomar um café, com a possibilidade de dois estudantes numa tarde se sentarem num maple e, não digo de se entregarem a um amplexo indecente, mas de consumarem parte do seu flirt. Na biblioteca, enquanto retiram ou voltam a pôr nas estantes, alguns livros de interesse científico, isto é, uma biblioteca onde nos apeteça ir, e que se vá transformando gradualmente numa grande máquina de tempos livres...»
ECO, Umberto (1987). A Biblioteca. Lisboa: Difel
possibilidade de se tomar um café, com a possibilidade de dois estudantes numa tarde se sentarem num maple e, não digo de se entregarem a um amplexo indecente, mas de consumarem parte do seu flirt. Na biblioteca, enquanto retiram ou voltam a pôr nas estantes, alguns livros de interesse científico, isto é, uma biblioteca onde nos apeteça ir, e que se vá transformando gradualmente numa grande máquina de tempos livres...»
ECO, Umberto (1987). A Biblioteca. Lisboa: Difel
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